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17 de abril, Dia Mundial da Hemofilia

No dia 17 de abril, a Stago e todo o mundo se une pelo Dia Internacional da Hemofilia e, neste ano, a Federação Mundial da Hemofilia lançou o tema “Compartilhar Conhecimento Torna-nos Mais Fortes” buscando construir uma comunidade mais fortificada.

O conhecimento sobre a melhoria do atendimento ao paciente, a educação e a capacitação de pessoas com distúrbios hemorrágicos para uma vida mais saudável, longa e produtiva, podem ser feitos através do compartilhamento de informações e dados, além da conscientização global através da troca de informações, da educação e de treinamento.

“O Dia Mundial da Hemofilia é uma oportunidade maravilhosa para a nossa comunidade sentir sua presença”, explica Alain Weill, Presidente da WFH. “Nosso foco, este ano, é compartilhar o conhecimento porque estamos convencidos de que o conhecimento e a educação são os principais impulsionadores para um apoio mais forte aos pacientes em nossa comunidade”.

No mundo são mais de 184 mil portadores de hemofilia, sendo que mais de 80% possuem a doença do tipo A. O Brasil é o quarto país com o maior número de hemofílicos registrados pelo Ministério da Saúde (MS, 2016) com mais de 12 mil pacientes, ficando atrás da Índia, Estados Unidos e China.

A hemofilia é uma deficiência da atividade coagulante do fator VIII (hemofilia A) ou do fator IX (hemofilia B), sendo uma doença hemorrágica hereditária ligada ao cromossomo X. A prevalência é rara: cerca de 1 em cada 10.000 nascidos. Os genes que codificam os fatores VIII e IX estão localizados no cromossomo X, afetando quase exclusivamente os indivíduos do sexo masculino, enquanto a mulher portadora é assintomática. Os aspectos clínicos são semelhantes para as duas deficiências (sangramento intra-articular: hemartrose, hemorragia muscular em outros tecidos ou cavidades e sistema nervoso central).

De acordo com os níveis circulantes dos fatores VIII ou IX são classificadas como:

– <1% hemofilia grave – 1% a 5% hemofilia moderada – >5 a 40% hemofilia leve

Nos últimos 30 anos, a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes apresentaram uma grande melhoria devido ao surgimento de novas terapias e de testes diagnósticos mais robustos.

Os exames laboratoriais da atividade dos fatores deficientes têm um papel extremamente importante no diagnóstico e no monitoramento dos pacientes hemofílicos. Nesse cenário, os laboratórios vêm exigindo padrões cada vez mais elevados de eficiência, equipamentos com tecnologia de ponta e que apresentem resultados confiáveis para melhor cuidar dos pacientes portadores.

Ferramentas que auxiliam no diagnóstico

Atenta a isto, a Stago busca constantemente ouvir as necessidades de seus usuários e aprimorar seus produtos e instrumentos para garantir diagnósticos exatos e precisos. As novas plataformas da Geração Max oferecem uma série de ferramentas que permitem que todo o processo de diagnóstico da deficiência de fator seja realizado de modo automático, com o menor manuseio possível da amostra pelo usuário, bem como a pesquisa do inibidor através do fator de paralelismo. Tudo isto somado à tecnologia patenteada de detecção do coágulo formado (VBDS) que não sofre interferência dos fatores pré-analíticos.

A Stago também conta com uma linha de reagentes específicos para o diagnóstico de hemofilia, o STA®-ImmunoDef VIII e o STA®-ImmunoDef IX. Com uma única curva de calibração estendida, consegue diferenciar com confiabilidade as hemofilias. Os reagentes são fabricados seguindo os padrões mais rigorosos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do CLSI.

Fonte: www.labnetwork.com.br